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sábado, 27 de janeiro de 2007

Textos integrais sobre o Holocausto e a repressão nazi

Porque hoje é o Dia Internacional das Vítimas do Holocausto, aproveita-se para disponibilizar aqui os endereços de 2 sites com livre acesso a um conjunto de textos sobre o Holocausto e a repressão: o Holocaust History Project e o Mémorial de la Shoah, este com uma selecção de 21 artigos saídos na sua Revue d'Histoire de la Shoah (incluindo um artigo de Rui Afonso sobre o Wallenberg português: Aristides de Sousa Mendes). Uma bibliografia temática encontra-se aqui.
No site do Mémorial de la Shoah pode ainda pesquisar-se o Centre de Documentation Juive Contemporaine (+1 milhão de documentos), a L'encyclopédie multimédia de la Shoah e visionar a sessão de lançamento do n.º 184 da Revue d'Histoire de la Shoah, sobre «La Shoah dans la littérature israélienne» (c.180 min.).
Para mais pormenores sobre a iniciativa instituída pela ONU em 2005 vd. aqui.
Nb: imagem do campo de concentração de Auschwitz (extraída daqui).

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Teses em História Moderna e Contemporânea de Portugal (até 2003)

Acabei de descobrir esta bibliografia temática, organizada pela Brown University de acordo com informação fornecida por académicos portugueses. Trata-se duma lista de dissertações em História Moderna e Contemporânea de Portugal. Alguns dos títulos trazem, no final, a referência da edição comercial entre parêntesis. Saiu no n.º de Inverno de 2003 da revista e-Journal of Portuguese History. Uma actualização destas Masters Courses and Dissertations in Modern and Contemporary History at Portuguese Universities será muito bem-vinda!
A hiperligação que aqui fica é um peão contributo para tentar contrariar o mau tratamento e esquecimento a que, por cá, são injustamente votadas as teses policopiadas. As quais, por sua vez, precisavam dum mecanismo institucional mais eficiente, com a obrigatoriedade de entrega de cd-roms em PDF cifrado e, quando muito, 2-3 cópias impressas mas em encadernação institucional, como se faz nos EUA. Ou seja, seria a própria instituição a valorizar o que é feito intra-muros. E a versão definitiva das teses só deveria existir depois das provas defendidas, para se poder aproveitar as sugestões da arguição.